Laje composta por vigotas, blocos de aligeiramento (cimento ou EPS) e uma camada de compressão de betão armado, que reduz o peso próprio e o consumo de betão face a uma laje maciça equivalente. É especialmente vantajosa em vãos maiores.
Laje composta por vigotas, blocos de aligeiramento (cimento ou EPS) e uma camada de compressão de betão armado, que reduz o peso próprio e o consumo de betão face a uma laje maciça equivalente. É especialmente vantajosa em vãos maiores.
A laje aligeirada substitui parte do betão da zona de tração por elementos de aligeiramento — normalmente blocos cerâmicos, de cimento ou EPS — apoiados sobre vigotas pré-fabricadas de betão armado ou pré-esforçado. O resultado é uma laje mais leve do que uma laje maciça de igual espessura, sem perder capacidade de vencer o vão previsto.
A redução de peso próprio traduz-se em fundações e pilares dimensionados para cargas menores, o que pode representar poupança relevante no custo global da estrutura, especialmente em edifícios de vários pisos.
Vantagens: menor peso próprio, boa capacidade de isolamento térmico (pelos blocos de aligeiramento), execução relativamente rápida com mão de obra menos especializada do que numa laje maciça, e menor consumo de betão.
Limitações: menor capacidade de resistir a cargas concentradas elevadas, menor desempenho acústico em alguns casos, e vãos práticos geralmente mais limitados do que os que uma laje maciça bem dimensionada pode vencer.
A laje aligeirada é normalmente a escolha mais económica em edifícios residenciais correntes, com vãos moderados e cargas normais. A laje maciça tende a ser preferida quando há vãos maiores, cargas concentradas elevadas ou exigências específicas de resistência ao fogo ou acústica.
Varia com o vão e a carga, mas espessuras entre 20 e 25 cm (incluindo a camada de compressão) são comuns em edifícios residenciais correntes em Angola.